Olá,
aqui vai mais um texto falando sobre movimento.
Em nossa
conversa anterior eu havia perguntado “Como vai seu movimento?” Agora minha
pergunta será um pouco mais específica. Vou pedir para você olhar para o seu próprio
umbigo... Isto mesmo, olhe para ele e pergunte-se “Como está o movimento do meu
intestino?”
Por
diversas razões, o nosso intestino não funciona exatamente como deveria,
caracterizando a diminuição e dificuldade dos movimentos intestinais. Este
distúrbio chamamos de Constipação Intestinal.
As consequências da constipação intestinal são
diversas, como declínio na produtividade do dia-dia, distensão abdominal, desconforto,
dor, priora na qualidade de vida... Destaca-se na literatura que as mulheres
são mais afetadas do que os homens, principalmente estando na idade fértil.
Comece a reparar se você apresenta os seguintes sintomas:
- Frequência de evacuação menor que 3 vezes por semana;
- Esforço para evacuar;
- Sensação de evacuação incompleta;
- Fezes endurecidas;
- Necessidade de manobras manuais para tentar facilitar a evacuação.
Caso
você se enquadra em pelo menos 2 destes sintomas, por pelo menos 3 meses (não
necessariamente consecutivos), quer dizer que você pode ter constipação
intestinal. Eles são recorrentes com o passar do tempo e podem ser confundidos
com outros distúrbios. Existem muitos fatores que provocam a constipação, como:
·
Danos
causados à musculatura pélvica (decorrentes de pertos, prolapsos...)
·
Na
fase do climatério, em decorrência da diminuição dos níveis do hormônio
estrogênio, associado a mudanças anatômicas e fisiológicas, que comprometem o
assoalho pélvico e esfíncteres.
·
Estresse,
ansiedade e depressão
·
Sedentarismo
·
Maus
hábitos alimentares (baixa ingestão de fibras e água, por exemplo)
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A fisioterapia atua no tratamento para constipação intestinal, através de manobras de massagem visceral na região intestinal e exercícios adequados para reeducar e fortalecer a musculatura pélvica.
A ginástica
hipopressiva é um bom exemplo de tratamento que pode ser incluso. Através de
exercícios respiratórios e posturais é possível reduzir a pressão intra-abdominal
e posterior relaxamento das vísceras abdominais, além de trabalhar a musculatura
pélvica. Os resultados são muito satisfatórios, com baixos índices de efeitos
colaterais, além do custo reduzido.
Faça
o tratamento adequado com a orientação adequada, e não esqueça de olhar para o seu próprio umbigo!
Parabéns,Idaline pelo assunto mencionado.
ResponderExcluirRealmente temos que olhar pra nosso próprio umbigo,prestarmos mais atenção pois às vezes passa despercebido por falta de conhecimento.
É verdade, quanto mais atenção dermos ao nosso corpo, mais qualidade de vida teremos!!!
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